domingo, 23 de maio de 2010

Luto

O vento levou embora
Frágil, tão frágil
O que não existe mais
Está presente como nunca antes
O passado, vivo
A saudade, eterna
O sonho, o riso, o jeito, o gesto
Agora pulsam no infinito
Escancarado diante de mim
Está o fim de todas as coisas


Andrey, Daniel e Rodrigo, dedico à vocês.

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